AVALIAÇÃO DA INOCULAÇÃO COM Azospirillum E Rhizobium NA CULTURA DO MILHO

Tiago Müller, Neuri Antonio Feldmann, Fabiana Raquel Mühl

Resumo


Palavras-chave: Azospirillum – Rhizobium- milho – viabilidade econômica.

A evolução da agricultura moderna vem trazendo consigo a constantes transformações, que facilmente estão ao alcance do homem do campo. O desenvolvimento e aperfeiçoamento de técnicas está envolvido com a rentabilidade dos processos produtivos. A utilização de insumos alternativos vem atraindo olhares da população rural, que com isso buscam maximizar a produção e ao mesmo tempo reduzir custos no produto final. A cultura do milho há milhares de anos já vem sendo cultivada pelo homem, primitivamente na forma de Teosinto, e atualmente nas versões hibridas, graças aos programas de melhoramento genético. Nos momentos em que a planta irá definir o número de fileiras por espiga e número de grãos por fileiras, em V3-4 e V8-12 respectivamente, deve-se suprir a necessidade da planta em Nitrogênio. Avaliando-se como ferramenta alternativa, o uso de Bactérias Promotoras de Crescimento de Plantas – BPCPs, foi avaliado buscando-se demonstrar os resultados a campo. Com investimentos entre R$ 10,00 a R$ 15,00 reais por hectare, o baixo custo de investimento é um ponto favorável a utilização desta tecnologia na lavoura. Foram utilizadas as bactérias dos gêneros Azospirillum e Rhizobium. Quando inoculado apenas com Azospirillum, a cultura do milho apresenta índices produtivos um pouco mais elevados, se comparado a co-inoculação, entretanto, não a ponto de gerar diferença estatística. A co-inoculação, não apresentou diferença estatística se comparada a inoculação isolada com cada gênero de Bactéria. O uso de BPCPs é indicado, pois sua viabilidade econômica perante o investimento é rentável.


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